"Não importa tanto quando você sabe que vai acabar."Sinopse: "Dilacerado pela recente morte de seu amante de longa data em um trágico acidente, George Falconer (Colin Firth) mantém as aparências, ainda visto por outros como um homem no controle. Mas em um dia crucial em 1962, no ensolarado sul da Califórnia onde ele criou raízes, este professor universitário urbano se vê no limite da sua vida. Ele vai descobrir os ecos do passado no presente e vislumbrar versões alternativas do futuro - incluindo a forte possibilidade de nenhum futuro para si mesmo."
Um dos maiores problemas quando eu "dou um tempo" com filmes é que eu sempre esqueço um pouco o motivo de gostar tanto deles. Aí sempre que eu decido tentar sorte novamente, eu me arrependo de ficar perdendo tempo. Como acabou de acontecer.
Em Direito de Amar, o nome mais brega possível que poderiam ter dado em português, Colin Firth interpreta um homem de meia-idade que perde a pessoa amada e não sabe lidar com isso. Bingo, já ganhou minha atenção com esse tema.
Só que não é apenas isso. Tom Ford como estilista se saiu perfeito como diretor.
Para começar, as cores do filme foram as cores mais bem usadas em um filme na minha opinião. Acho que dá para ver aí a influência da moda sobre o mundo do Cinema. Era incrível ver como um pensamento, uma sensação do personagem era seguido de uma alteração nas cores da tela que meio que te forçam a entrar na vibe. Estranho, não? Mas extremamente funcional.
Firth saiu da imagem de um britânico "de-uma-só-cara" para um ator sério. Todas as emoções foram bem expressas por ele, consegui sentir bem o que ele sentia. E não é como se eu tivesse passado por experiência parecida ou nada do tipo. Desde a impotência da perda até a fixação por olhos. Todos os detalhes não foram ignorados.
E quanto ao roteiro... bom, eu sou suspeito para falar dele. Para não dizer que eu sou completamente parcial, vou dizer que o fim não me agradou tanto... Mas ainda foi um dos melhores filmes do ano, oficialmente.
Terei que dar nota 9.4 para esse filme. Campanha Tom Ford para diretor forever.
Vamos ver se agora eu volto a escrever mais nesse canto.
See ya.







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