"Ainda me pergunto o que me leva a ver filmes assim."Sinopse: "O viúvo Burke Ryan (Eckhart) escreveu um livro sobre como lidar com perdas e como se tornou um Best-seller, ele se transformou num guru da autoajuda. Numa viagem de negócios a Seattle, ele conhece Eloise (Aniston)
e se apaixona por ela. Eloise assiste ao seminário de Ryan e consegue compreender que na verdade ele não conseguiu ainda enfrentar a morte da esposa."Eu tenho sérios problemas com romances dramáticos. Eu quero ver todos. Eu posso olhar para a cara do filme e saber que ele vai ser ruim, e ainda assim estou eu lá gastando meu dinheirinho suado (vocês não sabem como é difícil arrancar dinheiro do meu pai) alugando ou comprando a entrada do cinema. Não que eu me arrependa (muito) depois, esses filmes são legais, e esse em especial fala sobre a perda de uma pessoa amada, que é um tema bem complicado de abordar. E de atuar sobre.
Bom, a história do filme é a seguinte: Aaron Eckhart interpreta um personagem que é uma espécie de popstar para os que perderam alguém. Ele, após ter perdido a esposa, escreveu um livro que virou um best-seller sobre como lidar com a morte de entes queridos. Só que o cara é um hipócrita, porque ele mesmo ainda não havia conseguido superar a perda da mulher. Não tinha mais contato com os sogros, não cumpriu as promessas que fez à esposa, enfim.
E durante um congresso em sua cidade natal, ele conhece Jennifer "Rachel" Anniston, uma florista que acaba e apaixonando por ele e tentando fazer ele superar de verdade a perda da esposa.
O romance em si do filme não abre muito os olhos, não é esse o objetivo. Acho que o objetivo do filme é ir desfazendo aos poucos a hipocrisia que Eckhart vivia no filme. E apesar de eu ser fã desse ator, ele não estava em seus melhores dias, estava somente "legal". E Jennifer Anniston teve seus melhores dez minutos em um filme quando fingiu ser muda. Sério, naquele momento eu vi um papel completamente distante de todos os outros com as mesmas características que ela faz.
Após ela admitir que fala, voltamos às mesmas expressões faciais, ao mesmo modo de falar, a mesma mãozinha na cintura... Tá aí alguém que eu realmente não vejo concorrendo ao Oscar.
E no geral a história do filme não é muito forte. Como eu disse, é daqueles filmes que a gente assiste pelo "benefício da dúvida". Mas no fim não são realmente dignos de lembrança.
Levará 6,7.
Bom, eu volto depois. Chegamos ao filme 50! Só faltam, bem... 951.







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