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38. Percy Jackson e o Ladrão de Raios


"Sessão 'filmes ruins que eu adoro.'"

Sinopse: "Percy Jackson (Logan Lerman) descobre que ele é um semi-deus, descendente de divindades gregas. Para salvar o mundo, ele enfrenta aventuras e monstros em um universo repleto de efeitos especiais."

Eu estou começando a perceber que todos os meus comentários são sempre uma grande crítica ou um grande elogio ao diretor. Eu tenho esse feeling que o diretor é o grande Deus de um filme, só que as coisas não dependem só dele, apesar de ser dono da palavra final.
Nesse caso, vou ter que elogiar Chris Columbus. Ele não foi o melhor diretor de Harry Potter na minha opinião, mas ele iniciou a saga e transformou os atores teen nessas bombas milionárias que são hoje. E devido à falta de reconhecimento por seu trabalho na história do bruxo mais pop de todos os tempos, ele resolveu tentar sorte em uma história não tão conhecida mas que tem potencial.
Apesar de possuir a falha que a maior parte de filmes originados de livros tem, que é a correria para contar a história em um prazo curto, de maneira a deixar de fora várias cenas que os leitores considerariam importantes, ele ainda fez um bom filme. Longe de ser um sucesso como seu Harry Potter ou a trilogia clássica de O Senhor dos Anéis, mas dentro desse mundo de fantasia e magia, Percy Jackson e o Ladrão de Raios merece seu espaço sim.
Quer dizer, os efeitos especiais do filme são realmente bons na minha opinião (aprenda, Legião!) e ele soube encaixar as cenas de uma maneira bem agradável. Quer dizer, detalhes como o personagem principal achar que a mãe morreu e não derramar uma lágrima por isso realmente são detalhes que fazem torcer o nariz, mas fora isso, o filme passa sem muitas reclamações.
Além do mais, ele conseguiu encaixar Elvis Presley seguido de Lady GaGa na trilha sonora. Em um filme de magia. É uma das paradas mais legais que eu já vi em um filme assim.
Gosto também de ver um elenco com nomes grandes dando sua contribuição para a história, por mais que tenham papéis não muito dignos de suas atuações. Eu realmente achei muito bom ver Uma Thurman de Medusa e Rosario Dawson de Perséfone.
Então, por mais que o filme esteja longe de ser um fazer parte de uma lista de "memoráveis", eu simpatizei com ele, de verdade.

Bom, minha nota será 7.5

Não adianta, meu gosto é extremamente duvidoso e sempre gostarei de filmes assim.

Volto em breve, assim espero.

1 comentários:

Natália disse...

quero ver, quero ver!

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